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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Histórico da Datiloscopia em Imagens

        Essa é mais uma forma de possibilitar acesso ao que apresentamos para quem não pode estar presente no dia da Oficina (06/11). Essas imagens estavam em dois cartazes com o título de Histórico da Datiloscopia. Boa parte das pessoas que passaram pela nossa stand se interessava em primeiro momento por essas informações, por isso, acreditamos que seria relevante colocá-las em uma postagem a parte.



          Acesso em: http://oficinapinturacriativa.blogspot.com.br/p/historia-da-arte.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Caverna_de_Pech_Merle
    Acesso em: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/em-dia/arte-pre-historica-em-risco







Acesso em: http://www.papiloscopia.com.br/historia.html


   Acesso em: http://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2013/03/medica-do-sa
mu-e-detida-com-seis-dedos-de-silicone-em-ferraz.html

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Chegou o grande dia!




OLÁ, PESSOAS! É HOJEEE!

"Hoje, é hoje, é hoje, é hoje!
Hoje eu tenho uma proposta
A gente se embola
E perde a linha a noite toda..."
(Hoje, Ludmilla)


Esperamos vocês, a partir das 19 horas, no CEUBINHO. Até lá!



Beijos das meninas de diplomática :*

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Divulgação da Oficina - A Digital em um Documento Arquivístico

Olá, pessoal! Na sexta-feira, 06 de novembro, nós, Meninas de Diplomática, estaremos no Ceubinho (ICC Norte) apresentando nossa oficina de Diplomática e Tipologia Documental. A oficina terá início às 19h. Nessa semana nos dedicamos a divulgar nossa oficina por meio de panfletos colocados nos prédios da UnB, entre eles no BSAN, PAT, PJC, FCI e por todo o ICC Norte. 
Aproveitamos para convidar você a participar do nossa oficina "A digital em um documento Arquivístico". Estaremos lá aguardando vocês!!!




















terça-feira, 20 de outubro de 2015

Que dia é hoje?

Olá, pessoas! Como estão? Vocês sabem QUE DIA É HOJE?
É dia do arquivista. Uhuuul!!! Então... hoje tem publicação  especial.

   Imagem da pág. do facebook Arquivologia da Depressão

        Diversas vezes há um estranhamento (como na imagem acima) quando compartilhamos com pessoas “leigas de arquivo” o que cursamos na faculdade e qual profissão exerceremos no futuro. A maior parte das pessoas não sabe muito bem qual a importância da Arquivologia na atualidade. E é pensando nisso que decidimos fazer uma “pesquisa” com pessoas que conhecemos, para saber o que elas imaginam que seja a profissão de Arquivista.
Fonte






Você sabe o que um arquivista faz? Qual sua importância?

- “Eu acho que o arquivista é o responsável pela guarda e conservação de documentos importantes para a organização, podendo fazer parte do arquivo histórico da mesma.” (28 anos, advogada)

- “Eu sinceramente não sei dizer o que o arquivista faz em termos práticos. Teoricamente me vem à cabeça organização e manutenção de documentos, arquivos... Mas acredito que sua importância deva estar relacionada também à outras funções, que por ora, não sei dizer.” (27 anos, veterinária)

- “Imagino que um arquvista trate de organização e preservação de materiais como livros, imagens, textos e etc. Com isso, este profissional permite que a população possa ter acesso a documentos importantes por um tempo prolongado.” (20 anos, estudante de Terapia Ocupacional)

- “O arquivista é responsável pela elaboração da política de organização dos arquivos de instiuições públicas ou privadas, e ainda de acervos de pessoas físicas.” (37 anos, contabilista)

- “Ele organiza o arquivo? E cuida do acervo histórico do órgão? Se existissem mais, muitas atrocidades no serviço público seriam evitadas. Tipo a venda de todo o acervo (arquivo) histórico do IFB como papel reciclado. Inacreditável!” (34 anos, professor e servidor público)

- “Eu imagino que o arquivista mexa com a organização dos arquivos públicos, se não for isso eu não faço a menor ideia...” (36 anos, psicopedagoga)


- “Bom, o arquivista tem que organizar de maneira sistemática dados e arquivos relevantes e históricos de uma determinada insituição e isso deve ser feito tanto para o patrimônio material quanto para o patrimônio imaterial para que seja mantida a identidade institucional.” (20 anos, estudante de design gráfico)

- “De forma resumida o arquivista é um profissional que trabalha com a organização e controle de arquivos. Ele pode atuar no serviço público e privado. Acho que é isso.” (37 anos, psicóloga e empresária)

- “Essa é uma profissão que é importante para a organização, preservação e mantenimento da história documental e organizacional de um instituição seja pública ou privada de forma a buscar otimizar e facilitar o uso de informações que são relevantes a história e ao cotidiano dessas instituições.” (28 anos, pedagogo)

- “Um arquivista faz a gestão da documentação dos documentos produzidos e recebidos pelo órgão/instituição. Fundamental importância tanto para insituições públicas e privadas e para a sociedade como um todo. Ninguém existe sem documento e para os processos burocráticos funcionarem de maneira sadia.” (23 anos, atleta)

- “Bem, acredito que um arquivista seja alguém que compreenda códigos e maneiras de codificar assuntos  para organizar documentos de diversas naturezas: prontuários, processos, portifólios e etc. Além disso, não tenho certeza, mas acho que eles que são responsáveis pela codificação e organização de livros nas bibliotecas. É um profissão indispensável para o funcionamento de empresas e órgãos, principalmente da máquina pública.” (22 anos, estudante de Serviço Social)

- “Arquivologia é um arquivo mesmo de empresas...essas coisas assim? No meu segmento é de extrema importância, porque quando eu tenho um arquivo bem constituído, eu consigo gerir melhor minha empresa e eu sei de fato o que eu tenho ou não. Um arquivo bem feito seja ele um arquivo vivo ou um arquivo morto você consegue explorar ele muito bem, entendeu? Um arquivo morto, principalmente. No meu segmento que é seguros, perdi um cliente hoje, eu tendo um arquivo bem feito desse arquivo morto ele serve de prospecção para novos negócios futuramente e um arquivo vivo bem elaborado você busca novos negocios dentro do seu arquivo. Isso faz com que aumente a rentabilidade da empresa.” (30 anos, empresário)

- “O arquivista planeja a arquivação de informações. Ele é importante para a organização e rapidez para encontrar a informação.” (16 anos, estudante do Ensino Médio)

- “O arquivista é responsável pela organização e controle de arquivos. Bom... a importância é que o arquivista cuida de documentos importantes, mantendo-os numa ordem para facilitar a vida das pessoas e resolução de problemas.” (33 anos, Ensino Médio completo)

“ARQUIVAÇÃO?.. PATRIMÔNIOS MATERIAL E IMATERIAL?.. LIVROS?.. NATUREZAS:  PRONTUÁRIOS, PROCESSOS, PORTIFÓLIOS...”

Mas afinal, o que faz um arquivista?
Segundo a Lei nº 6.546/1978 “o arquivista se apresenta como responsável pelo planejamento, organização e direção dos arquivos”, ou seja, é responsável pela gestão da informação, gestão documental, conservação, preservação e disseminação da informação contida nos documentos.
Qualquer instituição produtora de informação é um espaço de trabalho potencial para os arquivistas, seja ele empresas públicas ou privadas, instituições arquivísticas públicas ou privada, centros de documentação e informação, universidades ou centros de pesquisa, etc.

E qual é a importância desse profissional?
O arquivista é considerado um mediador, pois é responsável por intermediar a relação entre a informação contida nos documentos e o usuário. Por esse motivo sua atuação é extremamente importante no que diz respeito à difusão da informação, ou seja, garantindo que o direito constitucional à informação seja respeitado. Para tanto, o arquivista utiliza-se de procedimentos e técnicas para organizar e preservar a informação contida nos documentos.

Levando em consideração que fizemos essa pesquisa aqui em Brasília, e que pela proximidade de muitos órgãos públicos e também de empresas grandes, acreditamos que as pessoas de maneira geral conhecem e entendem um pouco da atuação e importância desse profissional, mas será que essa pesquisa reflete a realidade do Brasil como um todo?  Possivelmente não.

A proposta do post é facilitar a visibilidade e importância da profissão que exerceremos.



                                                               Fonte
Esperamos que tenham gostado!!! Saudações das meninas das digitais.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Parte histórica da Datiloscopia

HISTÓRICO

A Datiloscopia possui cinco princípios fundamentais: perenidade, imutabilidade, variabilidade, a praticidade e a classificabilidade. O termo “Datiloscopia” foi criado pelo argentino Francisco Latzina em 1894.

A grande vantagem do método datiloscópico é justamente sua aplicação à população civil. Nesse sentido, Aurélio Buarque de Holanda define a Datiloscopia como o “sistema de identificação por meio das impressões digitais”, essa definição tem um caráter mais técnico e menos preconceituoso.

Somente em 1664 com os trabalhos científicos do italiano Marcello Malpighi, doutor em medicina e filosofia, biólogo, fundador da anatomia microscópica, que as impressões digitais passaram a ser estudadas de forma científica.

Em 1788, o alemão Johann Christoph Andréas Mayer ao afirmar que “as combinações das cristas papilares nunca se duplicam”, seria o primeiro a detectar o princípio da Variabilidade (ou Unicidade), que só seria confirmado em 1877, pelas observações de Willian J. Herschel, e posteriormente utilizado por Francis Galton.

Mas foi a partir de 1823 (até então as impressões digitais ainda não tinham sido empregadas com o objetivo de identificar as pessoas) que Johannes Evangelist Purkinje, médico, professor de fisiologia e patologia, descreveu e classificou em seu livro as impressões digitais em nove tipos.

Em 1856, José Engel publicaria o “Tratado do desenvolvimento da mão humana”, e como previsto por Purkinje, reduziu esses nove tipos em apenas quatro (Kehdy, 1962, p. 39), servindo de base para os estudos de Vucetich, além de afirmar que os desenhos digitais existem desde o sexto mês da vida fetal, base do princípio da Perenidade. Era a primeira tentativa de classificação científica que serviria de base também a Mateo Francisco Alix, anatomista francês, que em 1868 expôs a forma dos desenhos plantares em seu artigo de 1867.

Mas foi apenas em 1877 que Willian Herschel usou oficialmente, pela primeira vez, as impressões digitais para identificar os nativos na Índia, quando estava no governo de Bengala, onde era comum usar as impressões digitais para contratar e pagar funcionários. Até então ele não se preocupava com a classificação das impressões digitais, pois o objetivo era apenas evitar pagar 2 vezes o mesmo funcionário. Posteriormente, Herschel aplicou este raciocínio nas prisões com o fim de reconhecer os reincidentes que usavam nomes diferentes. Devido à eficácia desse método de identificação, a Índia Inglesa sancionou uma lei para uso desse sistema.

À mesma época foram desenvolvidos os trabalhos de Henry Faulds, médico escocês que fundou o Hospital Tsukiji em Tóquio, Japão, em 1875. Nesse período, dois casos teriam importância significante na vida de Faulds. Perto de sua casa um ladrão escalou uma parede e deixa ali suas impressões digitais. A polícia encaminha-lhe uma segunda pessoa e Faulds confirma sua identidade, ao afirmar serem suas impressões as mesmas encontradas na cena do crime. Posteriormente ocorre outro furto na casa de um vizinho seu. A polícia recorre a Faulds e no local do crime ele encontra as impressões do ladrão, devido ao suor de suas mãos. Confrontando-as com as de seu arquivo particular, diante dessa evidência o criado confessa o crime. Esse arquivo particular foi considerado o primeiro banco de dados de impressões. Assim, pela primeira vez na história da Datiloscopia, são descobertos autores de crimes por meio das impressões digitais.

Faulds foi o primeiro a conceber a ficha decadactilar ao coletar as impressões digitais, utilizando-se de tinta e de uma placa de estanho e foi também o primeiro a apontar as formações papilares nos dedos das múmias.

Francis Galton, médico e antropólogo, nasceu na Inglaterra. Primo-irmão de Charles Darwin, ele tinha suas pesquisas voltadas para o campo da antropologia e nenhum relacionamento com a área criminológica. Em seu livro “Fingerprints” (Campbell, 1998), Galton explorou os estudos dos aspectos hereditários das impressões digitais.

Em 1880, Galton tomou conhecimento dos trabalhos de Henry Faulds e Willian Herschel e encontrou nos trabalhos de Purkinje as bases para sua classificação datiloscópica. Uma das grandes obras de Galton foi sintetizar os conhecimentos e trabalhos de seus antecessores.

Em 1901, juntamente com Karl Pearson, Galton funda a revista Biometrika, que visava estudar estatisticamente os problemas biológicos, e assim estava criado o termo “Biometria”. O objetivo principal da biometria era obter material que conseguisse dar um grau de precisão suficientemente grande para se medirem as mudanças incipientes na evolução.

O modelo da ficha decadactilar de Vucetich, onde as impressões digitais são impressas, consistia numa folha de papel de 20 x 9 cm, dividida em 2 partes, sendo que na inferior ficariam os dedos da mão direita e na superior a mão esquerda, dos polegares aos mínimos, dispensando o uso das simultâneas. Originalmente a ficha reservava as seguintes dimensões para os dedos (Kehdy, 1962, p. 317):

- Polegares: 35 mm;
- Indicadores: 30 mm;
- Médios: 30 mm;
- Anulares: 30 mm;
- Mínimos: 25 mm.

Atualmente usamos praticamente a mesma ficha, apenas com o detalhe que invertemos a posição das mãos, a direita é a superior e a esquerda a inferior, e, em seu verso, coletamos as impressões dos dez dedos simultaneamente. 

Planilha Datiloscópica adotada pelo Instituto Nacional de Identificação


NO BRASIL

Foi realizado pelo Instituto Nacional de Identificação um histórico completo sobre a identificação no Brasil e está disponível no link abaixo.